Máfia


Dale Marcón!


Escrito por Peitolas às 08h58
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Caro Peitolas, perdoarei a sua ignorância e provarei a você que Nietzche é muito importante para a nossa máfia. Se você conhecesse as terias deste saberia que ele desenvolveu a concepção do "Super Homem". Ele introduziu o conceito do Ubermensch (o Sobre Humano) ou Superhomem - aquele que tem o domínio sobre suas paixões, superou a agitação sem rumo da vida comum e deu ao seu próprio caráter um estilo criativo e individual. No alicerce do conceito de Nietzsche está o que ele chama de "inclinação para o poder", que para ele é a força motivadora básica de todas as coisas viventes. "Poder" não significa força bruta, ou dominação sobre outros, e sim algo próximo a "destemor". Desde que somos primariamente motivados pelo desejo de poder, aquilo que mais admiramos ou imitamos é o que deve melhor representar esse poder. Tais coisas (afirma Nietzsche) são auto-harmonia, autocontrole e auto-realização. Portanto Peitola, aprenda com Nietzche a desenvolver o seu Sobre-homem para poder dominar e não ser dominado.
Pense.
Thinker




Escrito por Thinker às 11h06
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Thinker, acho que este papo seu está soando sério demais para o nosso blog... tá certo que vc está aqui pra pensar.... mas pra pensar um modo de dominarmos o mundo... apenas isso... é simples, num precisa complicar....

Escrito por Peitolas às 21h32
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2.
Foi assim que a tempos, quando necessitei, inventei para mim os "espiritos livres", aos quais é dedicado este livro melancólico-brioso que tem o título de Humano, Demasiado Humano: não existem estes "espiritos livres", nunca existiram - mas naquele tempo, como disse, eu precisava deles como companhia, para manter a alma alegre em meio a muitos males (doença, solidão, exílio, acedia, inatividade): como valentes confrades fantasmas, com os quais prosiamos e rimos, quando disso temos vontade, e que mandamos para o inferno, quando se tornam entediantes - uma compensação para os amigos que faltam. Que um dia poderiam existir tais espíritos livres, que a nossa Europa terá esses colegas ageis e audazes entre os seus filhos de amanhã, em carne e osso e palpáveis, e não apenas como para mim, em forma de espectros e sombras de um eremita: disso serei o último a duvidar. Já os vejo que aparecem, gradual e lentamente; e talvez eu contribua para apressar sua vinda, se descrever de antemão sobre que fados os vejo nascer, para quais caminhos aparecer.

Pensem

Dalton Thinker

Escrito por Thinker às 18h52
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Como bom Thinker que sou, vou publicar aqui durante os próximos 638 dias pensamentos extraídos de "Humano, Demasiado Humano", Um Livro para Espíritos Livres, de Friedrich Nietzche.
Aí vai o primeiro para apreciação geral:


Prólogo
1.
Já me disseram com frequência, e sempre com enorme surpresa, que uma coisa une e distingue todos os meus livros, do Nascimento da Tragédia ao recém publicado Prelúdio a uma filosofia do futuro: todos eles contém, assim afirmaram, laços e redes para pássaros incautos, e quase um incitamento, constante e nem sempre notado, à inversão das valorações habituais e dos hábitos valorizados. Como? Tudo somente - humano, demasiado humano? Com este suspiro dizem que um leitor emerge de meus livros , não sem alguma reticência e até desconfiança frente à moral, e mesmo um tanto disposto e encorajado a fazer-se defensor das piores coisas: e se elas forem apenas as mais bem caluniadas? Já chamaram meus livros de uma escola de suspeita, mais ainda do desprezo, felizmente também da coragem, até mesmo da temeridade. De fato eu mesmo não acreito que alguém, alguma vez, tenha olhado para o mundo com mais profunda suspeita, e não apenas como eventual advogado do Diabo, mas também, falando teologicamente, como inimigo e acusador de Deus; e quem advinha ao menos em parte as consequências de toda profunda suspeita, os calafrios e angústias do isolamento, a que toda incondicional diferença do olhar condena quem dela sofre, compreenderá também com que frequência, para me recuperar de mim, como para esquecer-me temporariamente, procurei abrigo em algum lugar - em alguma adoração, alguma inimizade, leviandade, cientificidade ou estupidez, e também por que, onde não encontrei o que precisava, tive que obtê-lo à força do artifício, de falsificá-lo e criá-lo poeticamente para mim (- que outra coisa fizeram sempre os poetas? para que serve toda arte que há no mundo?). Mas o que sempre necessitei mais urgentemente, para minha cura e restauração própria foi a crença de não ser de tal modo solitário, de não ver assim solitariamente - uma mágica intuição de semelhança e afinidade de olhar e desejo, um repousar na confiança da amizade, uma cegueira a dois sem interrogação nem suspeita, uma fruição de primeiros planos, de superfícies, do que é próximo e está perto, de tudo o que tem cor, pele e aparência. Talvez me censurem muita "arte" nesse ponto, muita sutil falsificação de moeda: que eu por exemplo, de maneira consciente-caprichosa fechei os olhos à cega vontade de moral de Schopenhauer, num tempo em que já era clarividente o bastante acerca da moral; e também que me enganei quanto ao incurável romantismo de Richard Wagner, como se ele fosse um início e não um fim; também quanto aos gregos, também com os alemães e seu futuro - e talvez se fizesse toda uma lista dessestambéns... Supondo, porém, que tudo isso fosse verdadeiro e a mim censurado com razão, que sabem voc~Es disso, que podem vocês saber disso, da astúcia de autoconservação, da racionalidade e superior proteção que existe em tal engano de si - e da falsidade que ainda me é necessária para que continue a me permitir o luxo de minha veracidae?... Basta, eu ainda vivo; e a vida não é excogitação da moral: ela quer ilusão, vive da ilusão... porém, vejam só, já não começo denovo a fazer o que sempre fiz, como velho imoralista e apanhador de pássros - falando imoralmente, amoralmente, "além do bem e do mal"?


é isso aí gangsters, o ps cinco primeiros são grandinhos, mas os próximos serão menores
Pensem...
Dalton



Escrito por Thinker às 17h29
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Máfia to dentro....
Let´s fuck the world and the chicks....

Escrito por Reclamius às 01h20
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nossa estou matutando um plano em que emboscamos as minas da nossa sala numa sala escura e humida .....
depois começamos a chantagem começa a rolar .....
a mafia tem que começar a atuar estou babando de vontade p/ bater em alguem meus dedos tremem...
esse lance do caralho de escrever aqui é muito massa ....
montanha sujo

Escrito por às 18h47
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só testanto esse troço estranho...........

Dindon O Cinzento

Escrito por Cinzento às 14h07
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Pronto, criado o blog da Máfia.

"O Cafajeste" - Rafael "Peitolas" Locali
"O Pensador" - Dalton "Thinker" Campos
"O Brutamontes" - Paulo "NoJoints" Montanha
"O Encrenqueiro" - Vinícius "Reclamius" Rodriguez
"O Tosco" - Dindon "Cinzento" Fonseca

Stay Together Team!

Escrito por Peitolas às 11h23
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Histórico
09/02/2003 a 15/02/2003
02/02/2003 a 08/02/2003




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